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Por que as redes sociais viciam? Entenda!

Você já sabe o que são as redes sociais, com certeza. E, a cada dia que passa, quer passar mais horas dentro das plataformas on-line para conectar-se ao mundo digital. Mesmo importante para a interação com pessoas distantes, para a área profissional ou apenas para entretenimento, as redes sociais podem ser perigosas pelo vício que causam aos seus usuários. Os likes e outras ferramentas podem acabar obcecando, principalmente, os jovens e adultos que estão sempre conectados na maior parte do dia. Pensando nisso, trouxemos alguns dados que explicam por que as redes sociais viciam tanto. Confira!

Entenda mais o porquê das redes sociais viciarem / Foto: unsplash.com

Por que as redes sociais viciam?

Um dos motivos que desencadeiam esse vício é o prazer. Na verdade, algumas pessoas se sentem mais amadas e queridas em algumas redes sociais quando recebem uma grande quantidade de curtidas ou encontram uma página com diversas publicações engraçadas. Essas atividades causam sensações bem fortes que vão além de um bom status on-line. Esses sentimentos acabam despertando emoções reais no corpo humano e que ajudam a entender um pouco sobre a dependência da tecnologia.

Essa sensação de bem-estar enquanto usamos as redes sociais é causada pela dopamina, um neurotransmissor que desempenha um papel muito importante no cérebro e no corpo, que envolve os processos de prazer e bom humor. Por isso, alguns especialistas comparam o vício das redes sociais com algumas drogas, pois elas também estão relacionadas à dopamina e podem causar dependência, influenciando nossas emoções e motivando a realização de certas atividades que causam a felicidade.

Em um estudo realizado pela Universidade do Estado da Califórnia, por exemplo, foram mostrados relatórios que alegam que o sistema acionado pela cocaína é o mesmo em usuários dependentes do Facebook. Ou seja, a plataforma, quando cria as ferramentas de curtidas, sem dislikes, acaba afetando de forma prazerosa os seus internautas.

As redes sociais liberam o hormônio da dopamina / Foto: unsaplsh.com

Ansiedade e outros transtornos

Apesar da liberação do hormônio da dopamina, outra explicação para o vício em redes sociais é a aprovação que os jovens e adolescentes, usuários das plataformas, buscam nesses perfis devido à ansiedade ou a outros transtornos psicológicos. Somente entre março e abril de 2020, o percentual de pessoas com depressão saltou de 4,2% para 8%, segundo um estudo realizado pelo Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), divulgado pela CNN Brasil.

Os jovens que se aliam ao uso exagerado das redes sociais e sofrem com algum desses transtornos, geralmente, têm um impacto negativo causado pelas suas fotos na Internet que pode afetar o sono e a aceitação da autoimagem. O excesso da exposição on-line pode prejudicar os usuários quando alguém fere sua aparência ou não concorda com as ideias publicadas. Além disso, a falta de repercussão que suas postagens tiveram também pode ser prejudicial para a saúde mental.

Em alguns casos, os próprios donos das redes sociais já tomaram atitudes em relação às situações parecidas para deixar o uso de suas plataformas mais saudáveis. É o caso do Instagram, que aboliu a visualização dos likes em suas fotos, deixando-os visíveis apenas para o autor da publicação. A mudança ocorreu em 2019 e gerou bastante repercussão na época.

Como perder o vício

Embora tenha sido comparado com os vícios em drogas como a cocaína, a dependência das redes sociais pode ser resolvida com maior facilidade. O foco é perder o costume das plataformas digitais aos poucos e, consequentemente, prestar maior atenção à vida real. Uma opção é a criação de hobbies, como a prática de algum esporte, corridas matinais, arte e mais leituras. Além de estabelecer um limite de tempo para cada rede social, abaixando cada vez mais o seu uso diário para cuidar da saúde mental e preservá-la.

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Bruno Ávila

Bruno Ávila

Bruno Ávila é publicitário e especialista em Marketing Digital. Um dos precursores do mercado de infoprodutos no Brasil. Hoje Ávila está a frente do Ser Notável, escola que ajuda pessoas a serem percebidas como autoridade através das redes sociais.

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