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Comprar seguidores? Melhor não!

Quando sua presença digital ainda não está consolidada, é comum pensar em comprar seguidores. No entanto, se em uma análise superficial essa parece ser uma ótima ideia, quando entendemos como as redes sociais realmente funcionam, o panorama muda. Por isso, confira por que comprar seguidores no Instagram não é (nunca) a melhor opção.

por que não comprar seguidores
Descubra por que não comprar seguidores no Instagram | Foto: Unsplash

Por que não comprar seguidores?

Se pensarmos por exemplo no Instagram, ele é a 5ª rede social mais popular do mundo, com 1 bilhão de usuários ativos por mês. Muita gente, não é?! Pode ser um longo caminho para conseguir gerar alguma presença digital. Por conta disso, muitos empreendedores pensam na compra de seguidores por meio de ofertas na Internet. No entanto, comprar seguidores no Instagram ou em qualquer outra rede social não é a melhor forma de construir uma imagem cativante e de credibilidade. Na verdade, isso pode trazer mais desvantagens do que vantagens na construção do almejado perfil.

Motivos para não comprar seguidores

Engajamento

O primeiro fator prejudicial na compra de seguidores é o engajamento. Existe uma ideia coletiva de que, quanto maior o número de seguidores, melhor. Contudo, cabe uma alteração nessa frase: quanto maior o número de seguidores engajados, melhor. Pois não adianta nada ter milhares de seguidores se o número não reflete em engajamento nos seus posts.

Com a compra de seguidores, possivelmente as contas que te seguirão serão falsas. Portanto, elas não irão interagir com seu conteúdo, apenas servirão para “inflar” o número de seguidores. É mais interessante buscar conquistar perfis que estejam interessados no seus negócios. Para isso, inclusive, existem ferramentas de anúncios pagos nas próprias plataformas, por exemplo.

Relevância

A relevância está intimamente relacionada ao engajamento, já que os algoritmos das redes entendem que, quanto maior a interação em um post, maiores são as chances do mesmo ser relevante para outras pessoas. Portanto, ter bastante seguidores que não interagem com seu conteúdo não irá aumentar a relevância dele.

É por meio da relevância que a rede indicará o seu material para outros usuários. Há alguns anos, o Instagram formulava o feed de seus usuários por critérios cronológicos. Esse tipo de organização colocava os conteúdos mais recentes no topo do feed. Agora, ele passou a organizá-lo a partir de critérios de relevância, priorizando postagens que tiveram maior engajamento no topo do feed. Portanto, se não há engajamento com seus posts, menores serão as chances dele aparecer no feed das pessoas.

Posterior diminuição do número de seguidores

A compra de seguidores, além de não assegurar engajamento e relevância, também não assegura sequer o número de seguidores. Rotineiramente, as redes sociais fazem uma “limpeza” para tentar eliminar as contas falsas. Então, se você comprou seguidores, em uma dessas “limpezas” poderá sair prejudicado.

Em 2019, por exemplo, o Instagram realizou uma ação do tipo contra contas falsas, inativas ou usadas como bots. A operação não afetou apenas os negócios digitais, mas celebridades também. A cifra de perda de seguidores chegou aos milhões, a exemplo do caso da cantora americana Ariana Grande, que perdeu 3 milhões de seguidores após.

 Ausência de resultados

O maior objetivo de um negócio digital é conseguir encontrar mais pessoas interessadas nos seus produtos e serviços e, assim, transformá-las em clientes. No entanto, os seguidores comprados não apresentam interesse no seu negócio. Muitas vezes, são contas usadas por bots ou simplesmente falsas. Assim, apresenta-se o paradoxo da compra de seguidores: aumento de seguidores, nenhuma mudança nos resultados.

Termos de uso da rede social

Todas redes sociais possuem seus termos de uso. Grande parte deles não concordam com a compra de seguidores ou com o uso de contas falsas. O maior risco de quem compra seguidores está justamente no descumprimento destes termos. Como já falamos anteriormente, as redes costumam fazer limpezas rotineiras para eliminar contas que desrespeitem as diretrizes de uso.

Nessas situações, as empresas também analisam contas que têm uma alta porcentagem de seguidores falsos, o que geralmente indica compra de seguidores ou utilização de contas falsas. Quando sua conta é classificada nessas condições, ela poderá sofrer sanções da rede social: o perfil pode ser proibido de interagir na rede por alguns dias ou até mesmo ser excluído permanentemente.

Então, qual a saída?

Crescimento orgânico! Crescer aos poucos, conquistando uma base de seguidores interessados no seu conteúdo e que podem vir a tornar-se clientes. Fazer isso significa que seu perfil terá bons níveis de engajamento. Portanto, terá mais chances de alcançar pessoas, além de não correr riscos de ser banido por descumprir as diretrizes de uso de plataformas.

Para conseguir crescer de forma orgânica, é necessário planejamento e estratégia. Qual seu público-alvo e qual tipo de conteúdo é atrativo para ele são perguntas que devem guiar as estratégias de crescimento digital. Cabe ressaltar a importância de ter um cronograma de postagem, além de interagir com os seguidores e criar conteúdos cativantes. Também não se deve excluir ferramentas de anúncio das próprias redes, onde seu dinheiro será muito melhor utilizado do que na compra de seguidores. Gostou deste conteúdo? Clique aqui e descubra quais os cinco erros de engajamento para evitar nas suas redes sociais.

Referências:


https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2020/10/06/instagram-faz-10-anos-como-uma-das-maiores-redes-sociais-do-mundo-e-de-olho-no-tiktok-para-nao-envelhecer.ghtml#:~:text=Hoje%20s%C3%A3o%201%20bilh%C3%A3o%20de,(1%2C2%20bilh%C3%A3o).
https://www.tudocelular.com/seguranca/noticias/n138045/instagram-exclui-contas-queda-seguidores-celebrida.html

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Bruno Ávila

Bruno Ávila

Bruno Ávila é publicitário e especialista em Marketing Digital. Um dos precursores do mercado de infoprodutos no Brasil. Hoje Ávila está a frente do Ser Notável, escola que ajuda pessoas a serem percebidas como autoridade através das redes sociais.

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